UX e embalagem: uma relação cada vez mais importante para as vendas

Não se assuste com essa afirmação, mas preste atenção: os seus dias de preocupação com o PDV, material de merchandising tradicional e ações de promotores podem estar com os dias contados.

Em meio a tantas revoluções acontecendo no varejo (e a pandemia potencializou algumas) é preciso ficar atento a como o consumidor está mudando o seu comportamento de compra e como grandes redes varejistas – percebendo e estimulando essa mudança – acabam direcionando o mercado.

Vamos observar alguns pontos – falando do Brasil – que levam à conclusão que dá título a esse artigo:

  • O volume de compra de todos os tipos de produtos – inclusive alimentos – feito pela internet aumenta ano a ano e grandes marketplaces como Mercado Livre, Amazon, B2W e Magazine Luiza investem pesado em logística para garantir entregas cada vez mais rápidas;
  • O volume de compra de todos os tipos de produtos – inclusive alimentos – feito pela internet aumenta ano a ano e grandes marketplaces como Mercado Livre, Amazon, B2W e Magazine Luiza investem pesado em logística para garantir entregas cada vez mais rápidas;
  • O volume de compra de todos os tipos de produtos – inclusive alimentos – feito pela internet aumenta ano a ano e grandes marketplaces como Mercado Livre, Amazon, B2W e Magazine Luiza investem pesado em logística para garantir entregas cada vez mais rápidas;
  • O volume de compra de todos os tipos de produtos – inclusive alimentos – feito pela internet aumenta ano a ano e grandes marketplaces como Mercado Livre, Amazon, B2W e Magazine Luiza investem pesado em logística para garantir entregas cada vez mais rápidas;

Ou seja, tudo indica que o modelo de grandes lojas com corredores enormes, grande diversidade de produtos, muitos atendentes e promotores e dezenas de caixas para pagamento esteja caminhando para o seu fim.

É claro que, sendo o Brasil um país tão grande e com um cenário econômico-social tão complexo e precário, não é possível imaginar que uma mesma situação se repita de forma igual em todas as regiões. Os atacarejos, por exemplo, cresceram nos últimos dois anos por conta da pandemia, mas especificamente pela questão do preço.

Além disso, estamos falando aqui de uma tendência, de uma movimentação que, como uma onda, nasce pequena e vai ganhando volume até atingir a praia.

Diante disso tudo, como o Trade pode fazer a diferença a favor dos fabricantes, varejistas e consumidores? Focando na sua principal interface: o produto, garantindo que a experiência do usuário seja satisfatória desde o início. 

UX e a embalagem: o primeiro ponto de contato

Em um PDV pequeno, automatizado ou mesmo virtual, como um site ou aplicativo, como a marca busca se conectar com o seu público? Pelo produto e este, por sua vez, faz isso, em um primeiro momento, pela embalagem.

“Cada vez mais a embalagem se tornará o principal elemento de venda de um produto”

Claro que a publicidade e as opiniões de pessoas que o consumidor considera importantes fazem a diferença e podem estimular uma lembrança de marca, mas ali diante da gôndola (ou da tela), cara a cara, só existe a pessoa e o produto embalado.

Nessa hora tudo se torna secundário. Se for uma marca famosa, de sucesso, tudo bem, mas e se não for a líder da categoria e sim uma concorrente, ou ainda uma marca nova ou um produto recém-lançado.

É importante que o Trade, em parceria com o marketing, considere na hora de pensar a embalagem, como ela pode se defender sozinha no ponto de venda. Isso inclui não só os elementos visuais da marca, mas também:

  • Características físicas do produto, como material da embalagem, modo de abrir e, posteriormente, conservar o conteúdo. O sucesso de um produto está diretamente ligado à capacidade do usuário de utilizá-lo.
  • Informações do rótulo. De novo, não basta colocar cores chamativas e um design criativo. Os consumidores estão cada vez mais exigentes sobre a composição dos produtos, a origem dos ingredientes, condições da produção e fatores que influenciam sua saúde como a presença de elementos químicos, alérgenos, etc.
  • Ter uma apresentação que funcione bem fisicamente, se o consumidor estiver diante do produto em uma loja física, e também virtualmente, se a compra estiver sendo feita em um site ou aplicativo.

É muito importante frisar esse ponto porque não basta colocar apenas uma foto em baixa qualidade do produto em um ângulo e ir embora. Quem compra pela internet pesquisa, quer saber todas as informações e compara, muito mais do que quem está em um ponto de venda físico.    

A experiência determina a decisão de uma nova compra

Não é uma tendência, mas uma realidade: a experiência satisfatória após a compra de um produto é o que vai determinar se o seu consumidor vai comprá-lo de novo e também se vai ou não fazer uma propaganda positiva sobre ele.   

Lembre-se que a jornada de compra começa antes que o consumidor entra em um PDV. Ele decide comprar algo porque tem um desejo ou uma necessidade e daí então vai buscar um contato com o produto.

Entenda que a embalagem é a sua linha de frente. Se ela não for suficiente para encantar e, ao mesmo tempo, tirar todas as dúvidas e objeções do cliente, não há venda. Sem venda não há consumo e então nada mais importa – todos perdem.

Pense nisso!

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Até a semana que vem!


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